
A despeito do que digam dos anos bissextos, de certo eles rendem muita poesia. Pedro Galvão artífice da poyesis desse nosso ano inusitado, acrescido de mais tempo, dilatado, esticado, estendido, e como já se não bastasse tanto "muito" ainda somos brindados com um belíssimo livro, que não poderia ter outro título senão esse Bissexto "Uma coletânea de poemas" que a exemplo de tudo aquilo que esse brilhante publicitário já realiza a frente da Nau Capitânia Galvão Propaganda, surge do outro lado, no 28º dia da criação, quinta-feira às 19:00. Na Cervejaria da Estação das Docas.
Eu vou e duvido que você vá perder!


O que chama a atenção logo de cara em O Labirinto do Fauno é sua fotografia. No filme, o mundo em que vivemos é meio acinzentado e triste. O mundo exclusivo de Ofélia tem cores fortes e vários tons de vermelho e é repleto de seres assustadores. Há uma criatura que aparece nesse lugar que é um dos monstros mais horrorosos já criados na história do cinema. Para você ter uma idéia, esse monstrengo tem os olhos nas palmas das mãos. 
